João Pessoa vacina professores do Ensino Básico e Fundamental neste domingo ( 16)

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A prefeitura de João Pessoa liberou neste sábado (15) o agendamento para que professoes do Ensino Básico e Fundamental possam se vacinar neste domingo. No mesmo dia começa a imunização das pessoas em situação de rua. A decisão da prefeitura ocorre depois que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) liberou liminarmente a aplicação dos imunizantes nos dois grupos de forma concomitante. A vacina aplicada para os dois grupos será a da Pfizer, que chegou nesta semana na capital.

A perspectiva é a de que logo após os dois grupos, a prefeitura passe ao atendimento aos profissionais da Educação dos níveis Médio e Superior. Ao todo, a prefeitura estima que serão necessárias 20 mil vacinas para atender todo o contingente de professores da capital. O grupo como um todo é estimado em 30 mil, porém, acredita-se que um terço deste montante tenha sido imunizado nas outras etapas da vacinação. Eles podem ter entrado nos grupos de comorbidade ou por idade.

A vacinação dos professores foi inicialmente programa para este domingo, porém, acabou sendo adiada por decisão da 3ª Vara da Justiça Federal, em atendimento a pedido formulado pelos Ministérios Públicos Federal e da Paraíba. Os órgãos pediam que a Prefeitura de João Pessoa só vacinasse os profissionais da educação depois que comprovasse a imunização das pessoas em situação de rua, dos profissionais que atuam no sistema carcerário e das pessoas privadas de liberdade.

No recurso ao TRF-5, o município alegou que os moradores de rua não foram vacinados ainda por causa das fortes chuvas registradas na capital nos últimos dias. Houve a garantia, também, de que foram reservadas 1.600 doses para o público em questão. Em relação aos profissionais que atuam no sistema carcerário e às pessoas privadas de liberdade, a prefeitura lembrou que os grupos são atendidos pelo governo do Estado. Com isso, não haveria responsabilidade do município em relação à imunização.

Os argumentos foram acatados pelo magistrado em instância de recurso. Por isso, ele decidiu liberar a vacinação dos profissionais da educação de forma concomitante com a das pessoas em situação de rua.

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