Após anúncio de que igreja seria interditada, pastor nega aglomeração: “se você contar mais de 300 cadeiras mudo meu nome”

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Após a diretora da Vigilância Sanitária de João Pessoa, Alline Grisi, informar em entrevista concedida ao programa Correio Manhã, da rádio 98 FM, na manhã desta segunda-feira (3) que a Igreja AD Brás, localizada no bairro do Bessa, em João Pessoa, seria interditada, o pastor Samuel Mariano, em um vídeo publicado em suas redes sociais negou que o templo corra esse risco.

Segundo o pastor, as informações que circulam em alguns meios de comunicação não passam de especulações e “não fazem sentido” ao explicar que todo o trabalho religioso segue as normas de combate à pandemia da Covid-19, com a obrigatoriedade do uso de máscara, álcool e distanciamento.

“São 20 igrejas espalhadas na Paraíba. Nossa Igreja não está interditada. Nós até o momento não fomos notificados, fomos advertidos. Nosso culto não foi interrompido. Conseguimos celebrar a ceia do senhor, no horário normal. A Vigilância foi em nossa igreja para conversar conosco, pois pela imagem parece que estamos fora da lei. Se você entrar na igreja agora, vai ter álcool em gel na porta e todo mundo de máscara”, esclareceu.

O líder religioso desafiou quem duvida da aplicação dos protocolos sanitários no local. “Nossa igreja cabe mais de 1000 pessoas, mas se você contar mais de 300 cadeiras em nossa igreja eu mudo meu nome. Tem muito barulho e especulação com coisas sem sentido. Então não tem nada fora da lei”, argumentou.

Ainda segundo ele, o tempo irá dizer quem está com a verdade. “Quem ficar do lado da perseguição e da ruindade vai ficar bem feio quando a história for contada”, desabafou.

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