Por conta da pandemia, Festa da Penha em João Pessoa começa com trezena em substituição à Romaria, nesta terça-feira

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A Festa da Penha 2020 começa nesta terça-feira (01). Por conta da pandemia do novo coronavírus, uma trezena substitui à tradicional romaria. O Santuário, localizado na Praia da Penha, irá receber os fieis para as missas, mas com limitações. Além disso, irá transmitir as celebrações pela internet. “A ideia é que todos os devotos de Nossa Senhora da Penha possam estar conosco, seja presencialmente, seja virtualmente”, explica Mos. Nereudo Freire, reitor do Santuário.

A Trezena, ou seja, os 13 dias de celebrações, vão do dia 1 a 13 de dezembro. Na primeira semana, de 1 a 5, haverá apenas uma missa diária, sempre às 19h30. No domingo, dia 6, permanece a missa da comunidade às 9h. Do dia 7 ao dia 11, as missas serão às 17h e às 19h30. No dia 12, a celebração será com o Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, às 19h30. Já no dia 13 de dezembro, encerrando as festividades, haverá missa às 6h, 9h, 11h, 15 e 17h. Todos os dias haverá a oração do Terço, a partir das 18h, na capela.

Não haverá mais agendamento para participação nas missas. O Santuário seguirá os protocolos vigentes dentro do decreto arquidiocesano e das orientações das autoridades públicas e ficará aberto até a lotação máxima de 200 pessoas por celebração. Na entrada, haverá aferição da temperatura corporal e álcool em gel para higienização das mãos. Nas dependências do Santuário, será obrigatório o uso de máscara e o distanciamento, respeitando as indicações nos bancos da igreja. Todas as celebrações serão transmitidas pelo canal do Santuário de Nossa Senhora da Penha no Youtube.

“Os fieis devotos de Nossa Senhora da Penha estão certos de que a Mãe de Deus nos abraça e nos entende neste tempo difícil, que nos exige certos sacrifícios. Este ano não teremos a Romaria, estamos atentos a este cuidado e zelo com a vida, mas confiantes de que, no próximo ano, faremos uma romaria ainda maior e mais bonita, para agradecer, finalmente, a superação desta pandemia que já levou tantos irmãos e irmãs”, diz o Mons Nereudo.

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