Padre de JP simulou sequestrou, premeditou toda ação e foi indiciado por falsa comunicação de crime, diz delegado

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O padre Gilmar da Paróquia do bairro do Roger, em João Pessoa, que ficou durante três dias desaparecido, foi indicado por falsa comunicação de crime. A revelação foi divulgada na manhã de hoje (27) pela cúpula da Polícia Civil durante entrevista coletiva.

O delegado Luciano Soares, superintendente da Polícia Civil da capital, confirmou que o padre mentiu ao dizer que era alvo de um sequestro, mas sim vítima de uma extorsão que pedia R$ 50 mil.

O delegado disse que todo o crime foi premeditado e a mensagem de “socorro” foi enviada para um amigo que não tem o hábito ver mensagem no WhatsApp. O padre foi até o litoral sul, tentou se suicidar se jogando no mar, mas que não ocorreu e, por isso, ele ficou escondido dentro do mato rezando, conforme ele disse em depoimento.

A extorsão estaria sendo feita por pessoas que conviveram com o padre em São Paulo, de acordo com a Polícia Civil.

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