Protocolo do ‘Novo normal’ em escolas da Paraíba determina uso de máscaras e aferição de temperatura, distanciamento e recreios intercalados​

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O protocolo do ‘Novo normal’ das escolas, na Paraíba, divulgado pela Secretaria de Estado da Educação, determina uso de máscaras e aferição de temperatura, distanciamento e recreios intercalados. O documento ainda recomenda marcação do piso da escola, priorização de atividades ao ar livre e a distância. O protocolo traz orientações para o público infantil, fundamental, médio e educação de jovens e adultos (EJA). A unidade de ensino deve capacitar professores, técnico-administrativos, prestadores de serviços e colaboradores.

De forma geral, o protocolo determina que sejam compartilhadas informações claras sobre a covid-19 e estimula a conciliação do método não presencial com gradativo retorno presencial. Já o uso de salas dos professores, de reuniões e de apoio deve ser limitado a grupos pequenos e respeitar o distanciamento de 1,5 metro entre as pessoas.

O documento destaca ainda que as avaliações, testes, provas e vestibulares podem ser feitas desde que seja cumprido o distanciamento de 1,5 metro e sempre mantendo a higienização de espaços e equipamentos. O escalonamento de intervalos e recreios, também se estende para as refeições realizadas na instituição.

Sobre a higienização, o protocolo recomenda aos alunos que lavem as mãos com água e sabão ou higienize com álcool em gel 70% ao entrar e sair da instituição de ensino, ao entrar e sair da biblioteca, antes e depois das refeições, e em outros ambientes coletivos, a exemplo de laboratórios de ciência e informática, e antes das refeições.

Para o público ensino infantil, o protocolo recomenda que as escolas disponibilizem materiais e orientações para os pais ou responsáveis para realização de atividades educacionais com as crianças. Além disso, para as crianças de berçário, a orientação é colocar os berços ou outros locais onde as crianças dormem com distanciamento. Os profissionais devem estar o tempo todo de máscara. Além disso, recomenda-se que o responsável por levar e buscar a criança nas escolas não seja do grupo de risco.

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