Raniery Paulino elogia João Azevêdo e diz que aliança não desconstrói seu passado

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O deputado estadual Raniery Paulino (MDB) escolheu Guarabira para se pronunciar pela primeira vez sobre o acordo político fechado com o Cidadania do governador João Azevêdo para as eleições deste ano. Ele confirmou que seu partido ainda não definiu a cabeça de chapa, mas sinalizou que o candidato a prefeito deve ser seu pai, Roberto Paulino: “Roberto foi o mais votado da história de Guarabira em todas as eleições e é a maior liderança política do município. Esse recall tem que ser evidenciado. Essa aliança foi firmada com responsabilidade e o governador hipotecou solidariedade a Roberto Paulino. Eu estou na aliança porque é com João Azevêdo. Se fosse Ricardo, eu não estaria. Eu não vou reconstruir meu passado. O que eu disse, está dito. Agora, vamos construir um novo cenário, de parceria política e administrativa”.

Na entrevista à Rádio Rural de Guarabira, Raniery disse estranhar as críticas da colega de Assembleia Legislativa, Camila Toscano, adversária local, depois que ele se aliou ao grupo governista e entregou a liderança da oposição: “Na Assembleia, o comportamento dela sempre foi cordial. Agora, não. Ela adotou um tom irracional, está muito ausente da cidade. Ligação com Guarabira ela não tem. Nem mora aqui. Ela me critica, mas ela foi com a família do MDB, do PSB de Ricardo Coutinho e hoje está no PSDB. Eu só fui MDB”.

O deputado acrescentou que seu pai conduziu as conversas com o Cidadania e ele concordou porque João Azevêdo teria hipotecado solidariedade ao projeto político de Roberto Paulino: “Meu pai me perguntou em 2014 se eu concordava em votar em Ricardo Coutinho. Eu disse que sim e ele me deixou livre para agir do que jeito que eu achasse melhor”.

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