Em nota, Adriano Galdino rebate declarações de Damião Feliciano

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O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), reagiu, por meio de nota na noite desta sexta-feira (07), às declarações do deputado federal, Damião Feliciano (PDT), de que, no mais fiel estilo das narrativas ‘lulopetistas’, estaria em curso uma tentativa de “golpe” no pedido de impeachment do governador João Azevêdo (Cidadania) e da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT).

O presidente da Assembléia disse que viu o pronunciamento do parlamentar com estranheza, sobretudo pelo fato do pedetista deixar a seguinte interrogação: Pode para João, mas para Lígia não?

Confira a nota completa

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, recebeu com estranheza as declarações do deputado federal Damião Feliciano, acusando a ALPB de estar envolvida num suposto golpe, por conta de requerimento protocolado pelo deputado estadual Wallber Virgolino e outros parlamentares, pedindo o impeachment do governador João Azevêdo e da vice-governadora.

Segundo Adriano Galdino, é prerrogativa de qualquer parlamentar apresentar requerimentos e projetos de Lei, desde que observado todos os pré-requisitos regimentais, não podendo essa prerrogativa ser tolhida em qualquer hipótese.

Os deputados de oposição denunciaram a existência de suposto crime de responsabilidade e que a eleição do governador e da vice foi viciada. Já o deputado Damião Feliciano entende que é possível o processo de impeachment contra o governador João Azevêdo, mas não de sua mulher, a vice-governadora Lígia Feliciano.

Adriano Galdino ressalta ainda que por se tratar de matéria inédita na Casa Epitácio Pessoa e que envolve preceitos jurídicos, assim como em outros casos semelhantes, decidiu encaminhar o requerimento para a Procuradoria Jurídica da Casa, para que todos os requisitos jurídicos e legislativos fossem verificados pelo setor competente.

Por fim, Adriano ressalta que, desde a campanha eleitoral de 2018 e durante todo o ano de 2019, já demonstrou seu apoio político ao governador João Azevêdo e, na condição de Presidente, lhe cabe agir com equilíbrio e prudência no comando do Poder Legislativo.

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