MST e movimento de mulheres fazem marcha até João Pessoa para protestos

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Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, da Comissão Pastoral da Terra e da Marcha Estadual das Margaridas fazem marchas até João Pessoa onde se juntam a profissionais em Educação e estudantes para o Dia Nacional de Greve pela Educação nesta terça-feira (13).

A Polícia Rodoviária Federal acompanha a caminhada que segue pela BR-101 ocupando uma faixa da rodovia e o acostamento, para evitar acidentes.

O movimento de mulheres saiu do Trevo do Conde por volta das 08h e a previsão é que cheguem às 13h no Lyceu Paraibano onde ocorre a concentração do ato público contra a Reforma da Previdência, cortes na Educação e Future-se.

Professores, estudantes e demais trabalhadores planejam uma passeata por ruas do centro da cidade com encerramento no Ponto de Cem Réis.

Eva Maria, da assessoria de Comunicação dos movimentos afirmou que a Marcha das Margaridas é um movimento nacional que está chegando em Brasília nesta terça-feira (13) e a Paraíba não poderia deixar passar em branco pois Margarida Maria Alves é da Paraíba. Por isso, a marcha se juntou ao MST e CPT para marchar até João Pessoa.

“Vamos marchar até o Lyceu onde vamos contribuir para o movimento da Educação que também é uma pauta nossa. A retirada de direitos, os fechamentos de escolas de campo, a retirada de recursos de universidades também é uma causa nossa”, disse.

A Marcha das Margaridas continua com uma audiência com João Azevêdo ainda nesta terça e um ato na Praça dos Três Poderes na quarta-feira (14).

Manifesto: “Marchar é um ato de valentia e resistência!

Sempre que os povos tiveram seus direitos e suas vidas ameaçadas, saíram de seus locais de moradia e foram em busca de soluções, usando o próprio corpo como instrumento de LUTA.

No dia 12 de agosto iniciamos mais uma marcha estadual em defesa da soberania, pela terra e pela manutenção dos direitos que conquistamos com a nossa luta e que garantem a nossa permanência no campo (moradia, saúde, educação, créditos e outros benefícios), bem como, uma demonstração de nossa desobediência contra a retirada de nossos direitos, às ameaças a nossa vida, feitas por esse governo e por aqueles que lhe apoiam.

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