Mulheres que já respondem por tráfico são presas pela PRF com 3 kg de cocaína, na Paraíba

0
354

 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a prisão de duas mulheres por tráfico de drogas durante fiscalização em Mamanguape, BR 101, no km 38. As prisões ocorreram em duas ocorrências diferentes registradas no final de semana. Ao todo foram apreendidos quase 3 kg de cocaína.

Em comum nas ocorrências registradas pela PRF está o fato do tráfico de cocaína ter sido cometido por mulheres, jovens, que estavam com os filhos menores de idade no momento da prisão e por já terem sido presas por tráfico de drogas e responderem em liberdade. Em ambas ocorrências, a droga apreendida tinha como destino João Pessoa e procedência Natal.

No sábado (8) a noite, um veículo GM Zafira foi abordado pela PRF no município de Mamanguape. O veículo, contratado para fazer o percurso Natal para João Pessoa, tinha cinco ocupantes. Ao realizar a fiscalização minuciosa no interior do veículo e nos pertences dos passageiros, os policiais localizaram dois tabletes de cocaína com 2 kg da droga na bolsa de uma das passageiras, uma mulher de 21 anos, grávida de cinco meses e com o filho de 4 anos de idade. A mulher é reincidente na prática de tráfico de drogas e estava respondendo em liberdade após prisão em flagrante em Campina Grande. O filho de 4 anos foi encaminhado ao Conselho Tutelar.

Na outra ocorrência registrada pela PRF também em Mamanguape na tarde de domingo (9), outra mulher foi presa também por tráfico de drogas. Desta vez o veículo abordado foi uma caminhonete GM S10, que fazia o trajeto Natal para João Pessoa. Ao realizar a fiscalização no interior do veículo e nos pertencer dos passageiros, foi localizada uma bolsa de criança contendo 715 gramas de cocaína. A droga pertencia a uma mulher de 24 anos, natural de João Pessoa, que estava com o filho de 1 ano e 6 meses e respondia em liberdade por tráfico de drogas. Nas duas ocorrências as mulheres foram detidas e encaminhadas à Polícia Civil de Mamanguape e as crianças foram encaminhadas ao Conselho Tutelar.

Comentários