Presidenta do PT avalia que Dilma enfrentou preconceito e resistiu a chantagens

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Na manhã desta segunda-feira, 29, a presidenta eleita Dilma Rousseff está no Senado Federal fazendo a sua defesa no processo de Impeachment, e mais uma vez afirmou que está sendo julgada injustamente, denunciando ainda os retrocessos do governo golpista e a trama para destruir a democracia brasileira.

A presidenta estadual do Partido dos Trabalhadores da Paraíba, Giucélia Figueiredo, acompanhou o discurso de Dilma Rousseff, e enalteceu a sua coragem enquanto mulher de enfrentar a perseguição e a ira daqueles que não aceitaram as conquistas sociais vindas através dos governos Lula e Dilma: “Ver a nossa presidenta falando na tribuna muito me emocionou, e mais ainda, senti ainda mais orgulho desta mulher que possui na sua história a garra para enfrentar as injustiças, a dor e o ódio, e se mantém de cabeça erguida, com uma dignidade que humilha aqueles que no Senado estão na construção do Golpe”.

“A presidenta Dilma Rousseff segue firme, pois sabe que não cometeu nenhum crime, e não irá sair pela porta dos fundos, como muitos querem. Ela é forte, e se suportou a tortura e a escuridão de uma cela, irá enfrentar, como já está fazendo, esses que querem o Brasil de oportunidades apenas para os ricos. O nome de Dilma já está na história como uma mulher guerreira, que enfrentou o machismo, o preconceito, e não cedeu as chantagens e negociatas que mancham a política brasileira”, acrescentou.

Ainda segundo Giucélia Figueiredo, “o país vive um triste momento, e a conta será paga por todos, inclusive por aqueles que se omitiram e por aqueles que bateram panelas e se vestiram de verde e amarelo”: “Não se enganem, o que estamos vendo hoje, irá mancar um momento de grandes retrocessos no nosso país. Estão rasgando a nossa Constituição, e com ela os nossos direitos sociais. O que nos espera é a promessa de que nos próximos 20 anos o Brasil e o povo brasileiro irão sofrer o que existe de pior, e o que antes era apenas um passado de duras lembranças, voltará a ser um presente de tristeza e sofrimento para o nosso povo”.

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