‘Vila Olímpica foi abandonada por Romero e virou foco do Aedes Aegypti’, afirma vereador

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A Câmara Municipal de Campina Grande aprovou, essa semana, o requerimento nº 742/2016, de autoria do vereador Olimpio Oliveira (PMDB), no qual o parlamentar cobra ao prefeito Romero Rodrigues e à secretária de Saúde, Luzia Pinto, que determinem uma ação imediata para conter o surto da Febre Chikungunya e das demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti em Campina Grande, especialmente no Bairro de José Pinheiro.

Segundo Olimpio, várias pessoas que residem no bairro de José Pinheiro estão acometidas das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, especialmente da Febre Chikungunya, a qual foi diagnosticada como sendo a responsável pelo óbito do Senhor Paulo Calixto Gondim, em meados de junho deste ano, o que deixou a população bastante consternada.

Olimpio também denunciou que a população que reside nas imediações da Vila Olímpica Plínio Lemos está em pânico, pois suspeita que o surto de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti é motivado pelo gigante foco que se tornou a piscina existente naquele local, pois há muita água parada no interior da piscina e as larvas do mosquito se proliferam livremente. “Como tudo em Campina é o maior do mundo, posso afirmar que a piscina da Vila Olímpica foi transformada no maior foco do mosquito Aedes aegypti do mundo. É uma pena o descaso do governo municipal com aquela praça de esportes e com a saúde da população”, desabafou Olimpio.

Para o deputado federal e pré-candidato a prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB) que já administrou a cidade e foi responsável pela entrega da Vila Olímpica Plinio Lemos que segundo o ex-gestor municipal custou aos cofres públicos mais de R$ 5 milhões esse descaso representa o modelo de administração que o grupo Cunha Lima defende. “Esse descaso é o retrato de uma gestão insensível e irresponsável. Que abandona um equipamento de multifuncionalidades e ,ainda, expõe a saúde da população.”

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