Campina Grande sofre com a falta de combustíveis, Procon emite nota

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O município de Campina Grande está enfrentando uma crise com a falta de combustíveis, principalmente da gasolina. O alerta foi dado na tarde desta terça-feira (5) pelo presidente do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do município, Bruno Agra. Além da Paraíba, o problema se estende aos Estados do Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.

Ele explicou que a falta de combustíveis deu-se por atraso em um navio que trazia o produto e por causa dessa situação muitos postos só estão vendendo o produto à vista.

Diante dessa situação, o Procon de Campina Grande emitiu uma nota sobre o problema.

Veja a nota na íntegra:

Diante das denúncias recebidas nesta terça-feira, 05, pelo Procon de Campina Grande, sobre uma possível falta de combustível na cidade, o órgão esclarece que notificará os postos de combustíveis para prestar esclarecimentos. A maioria das reclamações está relacionada a informação, divulgada pelo Sindicato dos Postos, de que não aceitariam pagamento com cartões de créditos.

Segundo o coordenador executivo do Procon, Paulo Porto, os consumidores não podem arcar com esse ônus. “Essa informação, a respeito de um produto tão utilizado em larga escala no comércio, não somente em Campina Grande, mas em todo o país, nos preocupa. O Procon Municipal irá atuar, de maneira efetiva, nesse caso”, esclareceu Porto.

Paulo Porto ressaltou, que os postos que tiverem as bandeiras de cartões expostas e não comunicarem aos consumidores sobre as formas de pagamento serão autuados. “Os postos que não aceitarem cartão de crédito devem expor, visivelmente, de forma clara e precisa. O consumidor não pode ser surpreendido. Ele deve ser informado sempre”. afirmou.

Representantes do Procon Municipal, em parceria com membros do Ministério Público do Consumidor e do Procon Estadual, se reunirão com o Sindicato de Postos de Combustíveis, na próxima sexta-feira, 08 de julho, às 10h, na sede do órgão. O objetivo desses órgãos de defesa do consumidor é preservar as partes vulneráveis de práticas abusivas e adotar medidas que possam coibir o possível desabastecimento.

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