Manifestantes realizam atos contra o impeachment de Dilma

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Grupos de manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff ensaiam uma reação à decisão do Senado Federal de aprovar o afastamento da petista por 180 dias. A Frente Brasil Popular, composta por movimentos sindicais, sociais e partidos da esquerda como PT, PCdoB e também pelo PSB da Paraíba realizam nesta quinta-feira (12), às 14h, um “Ato em Defesa da Democracia e Contra o Golpe’.

O coordenador da Frente Brasil Popular na Paraíba, Gleyson Melo, disse que a concentração para o evento será na Praça da Independência e de lá o grupo sairá em caminhada pelas ruas da cidade. “Esse evento é da juventude contrária ao impeachment, mas tem o apoio da Frente Brasil Popular”, disse.

Para a sexta-feira (13), o ato “Temer, Jamais! Resistir nas Ruas por Direitos” está sendo organizado na redes sociais pela Frente Nacional de Mobilização ‘Povo Sem Medo – Paraíba’. A concentração para a manifestação está marcada para as 7h30, na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Limpeza Urbana da Paraíba (Sindlimp), em Jaguaribe. De lá o grupo deve sair para local ainda não definido.

Na página do evento nas redes sociais, o grupo afirma que o povo não quer o vice-presidente Michel Temer. “13 de maio pode ser o primeiro dia do desGoverno #TemerDoListão, vai aceitar a imposição desse presidente? Querem fazer o povo Temer, mas na Parahyba tem Povo Sem Medo, sem medo de lutar!”.

Além de questionar a legitimidade do vice-presidente Michel Temer para assumir o poder, a pauta das manifestações também inclui questões como a defesa dos direitos trabalhistas, no que se refere à PLC 257, a defesa da Petrobrás, contra a reforma da previdência, contra o golpe, por democracia e por direitos.

Gleyson Melo disse que às 17h será realizada um plenária, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado da Paraíba (Sinttel) para decidir os atos que serão realizados durante os 180 dias em que o vice-presidente Michel Temer estiver ocupando a cadeira presidencial. “Sabemos que 30 dias após o governo ilegítimo estar no poder, terá um ato nacional, que vamos planejar também como será aqui”, antecipou.

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