Auxílio Brasil de R$ 600 e vale-gás dobrado começam em agosto, diz ministr

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O ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, afirmou que a pasta trabalhará junto à Caixa Econômica Federal para garantir que os acréscimos no Auxílio Brasil e no vale-gás cheguem aos beneficiários já na folha de pagamento de agosto, que começa no dia 18.

Segundo ele, o governo atuou junto ao Congresso para a aprovação da PEC. (Proposta de Emenda à Constituição) nº 15, a PEC dos auxílios. “O Governo Federal trabalhou, novamente em parceria com o Congresso Nacional, para atender as famílias que mais precisam, neste momento de crise mundial dos combustíveis e do impacto econômico ainda presente da pandemia”, disse à coluna. O ministro afirmou ainda que “o Ministério da Cidadania e a Caixa.

A Câmara aprovou a PEC na noite desta quarta-feira (13), após uma manobra do presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), que atendeu aos interesses do governo.

Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (PL) chegaram a ventilar a possibilidade de pagamento ainda em julho, ou até mesmo algum valor adicional para este mês. No entanto, o próprio texto da PEC prevê apenas cinco parcelas adicionais – de agosto a dezembro.

No caso do vale-gás, como o pagamento é bimestral, os pagamentos adicionais serão feitos em agosto, outubro e dezembro. Sem admitir o caráter eleitoral da medida, Bento disse que a PEC dos Auxílios mostra a preocupação de Bolsonaro com a crise econômica. “Medidas como o aumento do valor mínimo do Auxílio Brasil para R$ 600 e a duplicação do valor do Auxílio Gás mostram nossa preocupação em recuperar o poder aquisitivo da população”, afirmou.

Caminhoneiros e taxistas ainda sem cronograma

O Ministério da Cidadania diz que, no caso do auxílio-caminhoneiro de R$ 1.000 e do vale a taxistas, o pagamento será organizado pelo Ministério da Infraestrutura. Procurada, a pasta informou que o “assunto é da alçada do Ministério da Economia”. Já o Ministério da Economia informou que a operacionalização e os detalhes sobre cronograma de pagamentos ficarão a cargo dos ministérios setoriais. Ou seja, ainda não há um cronograma disponível para os pagamento.

 

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