Cris Furtado tem planos para mandato na ALPB contra evasão educacional: “Precisamos garantir que minorias continuem na escola”

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A pré candidata a deputada estadual, Cris Furtado, já tem planos para assim que entrar na Assembleia Legislativa da Paraíba. Segundo ela, manter jovens na escola e prevenir a evasão escolar, principalmente entre a população LGBTQIAP+, será a bandeira que norteará seu mandato.

E a sua pré campanha está a todo vapor: “Estou recebendo lideranças de diversos municípios, para firmarem apoio ao josso projeto, e também estou acompanhando o governador nas agendas pelo interior do Estado, no intuito de conhecer as peculiaridades de cada região e também ouvir os anseios da população nas Plenárias dos Orçamentos Democráticos”, diz Cris sobre sua preparação.

A pré candidata tem buscado conhecer as demandas estaduais e também que fazer com que a população paraibana conheca seus projetos: “O meu principal foco é que as pessoas me conheçam, conheçam as minhas bandeiras e percebam que tenho de fato bons propósitos, para assim voltarem a acreditar na política como meio de transformação social efetiva”> Cris faz uma análise sobre o comportamento dos eleitores e diz perceber que a população está bastante decepcionada com a política e os políticos: “A partir do momento que se passa verdade nas palavras e atitudes, a esperança ressurge no coração das pessoas”.

Educação e Igualdade

Cris Furtado afirma que a defesa pela educação é sua principal pauta e seu principal projeto será garantir a redução da evasão escolar: “Precisamos garantir a educação, por isso meu trabalho será voltado para esse projeto que que tenha como finalidade evitar a evasão escolar das minorias, principalmente das pessoas LGBTQIAP+”.

Além de garantir a educação como um direito de todos, Cris irá defender na ALPB o empoderamento das mulheres, a inclusão digital e os direitos da população LGBTQIAP+.

Para a servidora, a política tem que garantir igualdade para todos e lamenta viver num país que se destaca pelas suas desigualdades: “Tenho essa empatia, de conseguir me colocar no lugar dos excluídos e sentir um pouco as suas dores. Gostaria que todos tivessem espaço na sociedade, cada um com sua religião, sua sexualidade, todos sabendo que seus direitos estão garantidos”.

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