Juiz lembra instinto ‘perseguidor’ e mantém preso suspeito de matar estudante de medicina, em JP

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O juiz Adilson Fabrício, da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Capital, converteu em preventiva a prisão em flagrante de Joahanes Dudeck, principal suspeito de matar a estudante de medicina Mariana Thomaz, em João Pessoa. A decisão, que o Portal MaisPB teve acesso, foi tomada no fim da tarde desse domingo (13).

O magistrado pontuou que a prisão foi “legítima e legal, e inexiste motivo algum para que justifique o relaxamento”. Adilson Fabrício também lembrou que Joahanes Dudeck “tem um histórico de comportamento ciumento e perseguidor”, o que, segundo o juiz, é “evidenciado pelas várias representações feitas por vítimas (ex-namoradas) na delegacia especializada”.

Por ter curso superior, Joahanes ficará recolhido em penitenciária especial, no bairro Valentina Figueiredo.

A morte

Mariana Tomaz de Oliveira morreu em um apartamento localizado no bairro de Cabo Branco, em João Pessoa, nesse sábado (12). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ainda foi acionado. Ao chegar no local, os profissionais de saúde constataram que a vítima estava convulsionando e morreu em seguida.

Os policiais que estiveram na residência observaram que Mariana apresentava lesões pelo corpo. Por causa disso, o namorado dela, Joahanes Dudeck, foi conduzido à Delegacia para prestar esclarecimentos.

Pouco tempo depois, a equipe policial foi informada que a morte da garota se deu por asfixia mediante esganadura. Dudeck então foi preso em flagrante.

O laudo feito pelo Instituto de Polícia Cientifica apontou que o rapaz “teve fortes indícios de participação na cena do crime”.

O suspeito negou a acusação e disse que estava apenas namorando com a vítima quando ela começou a passar mal. Quando perguntado pela autoridade policial se estaria disposto a fornecer material genético para perícia, ele se negou.

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