Suspeito de atropelar servidor da Funjope é indiciado por homicídio culposo

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A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre a morte de Adriano Fidelis, servidor da Funjope, que foi atropelado no dia 1º de janeiro, enquanto pilotava uma motocicleta no bairro Tambaú, em João Pessoa. O motorista do veículo que se envolveu no acidente confessou o crime e foi indiciado por homicídio culposo, com o agravante de ter fugido do local sem prestar socorro à vítima.

De acordo com o delegado Marcos Vasconcelos, o motorista “foi identificado, se apresentou [à polícia] acompanhado de advogados, foi qualificado, interrogado e confessou que dirigia o carro [envolvido no acidente]. Ele ainda alegou que o motivo que o fez bater na moto teria sido um provável cochilo e também negou ter ingerido bebida alcoólica”.

“O caso foi entregue à Justiça. Nós esperamos que o Ministério Público o denuncie e que ele [motorista] seja julgado para pagar elo crime que cometeu”, acrescentou o delegado.

Investigação

Segundo o delegado Marcos Vasconcelos, além do agravante por não ter socorrido à vítima, foram confirmadas outras situações que agravam a penalidade contra o motorista. O suspeito é um argentino, de 46 anos.

No dia 6 de janeiro, uma equipe do Instituto de Polícia Científica (IPC) encontrou o carro envolvido na colisão. O veículo estava em uma oficina, no bairro da Torre.

O caso

Adriano Fidelis foi atropelado no dia 1º de janeiro de 2022, no bairro Tambaú, na Capital paraibana. Câmeras de segurança registraram o momento da colisão (veja aqui). Pelas imagens, é possível observar a vítima conduzindo a moto quando é atingido por um veículo. Na sequência, o servidor da Funjope é arremessado contra um carro estacionado do lado direito da via. O motorista do veículo que atropelou Adriano não prestou socorro.

Luto

Dias após o acidente, a família de Adriano Fidelis conversou com a equipe de reportagem da TV Tambaú/SBT e desabafou.

“Eu só quero justiça, porque dessa forma não pode acontecer. Qualquer motoqueiro, um embriagado passa, leva a vida de um pai de família, vocês acham isso justo? Isso não é justo”, lamentou a esposa da vítima.

Com T5

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