Presidente da AL revela que ele e a filha foram ameaçados de morte: “se algo me acontecer vocês já sabem quem são e o endereço”

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Adriano revela que ele e sua família foram ameaçados de morte após votação de projeto que beneficiou policiais

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, revelou na manhã desta terça-feira (15), durante sessão ordinária, que recebeu ameaças de morte após aprovação do Projeto de Lei 3556/2022, enviado ao Legislativo pelo Governo do Estado, que trata de melhorias para a Segurança Pública.

Segundo o presidente, as ameaças ocorreram após rejeição da maioria das emendas apresentadas pra complementar o projeto. Durante discurso, Galdino justificou que algumas emendas apresentadas no momento em que os deputados apreciavam a proposta eram inconstitucionais e não poderiam ser aprovadas, sob pena de inviabilizar o projeto como um todo.

“O fato da Casa Legislativa cumprir a constituição não é motivo para que eu tenha sido ameaçado de morte de forma violenta, nas redes sociais. Chegou ao cúmulo do absurdo também de ameaçar a minha filha. Isso passa do limite do suportável e o Poder Legislativo não se curvará. Vamos continuar a defender o que é legal e justo. O caminho para se resolver benefícios para a categoria não é com ameaças e fake news”, disse o presidente.

Galdino voltou a afirmar que a Assembleia Legislativa vai instalar uma Comissão formada com o objetivo de manter o diálogo entre as polícias e o Governo do Estado para a elaboração do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) dos profissionais, além de debater outras necessidades da categoria. “Continuaremos realizando todos os esforços possíveis”, disse.

Galdino também falou sobre a acusação de zombar dos policiais. “Aqui digo que jamais zombaria da briosa Polícia Militar. Se alguém entendeu assim, peço desculpas. Desde o primeiro momento meu objetivo foi defender a tropa. Sempre procurando justificar para o governo a importância de valorizar a categoria. Fui e continuo sendo um defensor grande dos profissionais da segurança”, lamentou.

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