14/12/2015 às 20h43 • atualizado em 15/12/2015 às 19h22
Fórum Criminal

Juízes do TJ realizam encontro para orientar e motivar apenados

A Vara de Execuções de Penas Alternativas (VEPA) de João Pessoa realizou, na tarde desta segunda-feira (14), mais uma capacitação, a última do ano de 2015, com 35 reeducandos, que prestam serviços ao público em diversas instituições na Capital. O encontro, que serviu para motivar e orientar os reeducandos, aconteceu no 1º andar do Fórum Criminal de João Pessoa e foi conduzido pelo titular da unidade judiciária, juiz José Geraldo Pontes, e pela psicóloga Andréa Diniz.

Atualmente, a VEPA é responsável por acompanhar 700 apenados, que cumprem pena em 250 instituições e estabelecimentos espalhados por João Pessoa.

Na ocasião, o juiz José Geraldo Pontes informou que a maioria dos reeducandos cumprem penas por crimes de porte ilegal de arma, pequenos furtos, depredação do patrimônio público e delitos de trânsito.

O magistrado também ressaltou que é partir de encontros como o ocorrido nesta tarde, que os reeducandos são orientados e motivados. “Temos a oportunidade de explicar sobre o comportamento que eles devem ter diante das entidades que os recebem, tais como frequência, vestimenta, etc., além de motivá-los a realizar um bom trabalho durante a atividade”, afirmou.

Já a psicóloga Andréa Diniz lembrou que a prestação de penas alternativas não é um benefício, e sim um direito. “Direito esse que muitos agarram como uma chance de mudar de vida, a exemplo de alguns reeducandos que já receberam ofertas de emprego para continuar com o trabalho nas instituições, após o efetivo cumprimento das penas”, revelou.

Ressocialização – Segundo Andréa Diniz, a reeducanda Wanderléia Maria de Sousa têm boas chances de futuramente ser contratada por uma instituição ou entidade na área da educação. “Como Wanderléia tem um bebê ainda de colo, decidimos encaminhá-la para uma creche. A felicidade foi ouvir apenas elogios a respeito de seu trabalho na unidade, evidenciando, assim, que o trabalho de ressocialização pode promover a mudança na vida de apenados”, finalizou.

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