05/11/2015 às 12h36
MAIS UM

TCU conclui 3 processos nos quais Veneziano é denunciado por aplicação irregular de recursos

Além dos processos que vem enfrentando em várias frentes, por improbidade administrativa,  o ex-prefeito Veneziano Vital do Rego Segundo Neto encontra-se com três processos em sua reta final no Tribunal de Contas da União, versando sobre aplicação irregular de recursos federais repassados, à época de sua gestão, ao município de Campina Grande.

O processo 13056\2015-1, cobra explicações do ex-prefeito prestação de contas dos recursos oriundos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, na ordem de R$ 2.089.263,39. Nos autos, que se encontra na fase final da juntada de documentos, Veneziano é acusado de aplicação irregular dos recursos.

A malversação desses recursos por parte do ex-prefeito, do dinheiro repassado pelo Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome, resultou no fechamento do Restaurante Popular em 2012, no final da gestão do ex-prefeito, que ainda deixou nessa área, débito superior a R$ 2 milhões junto a fornecedores.

Outro processo em fase final no TCU, que cobra explicações de Veneziano, é o 008.534, que tem como relator o ministro Raimundo Carreiro. A Corte pede prestação de contas do convênio 0022\2011, com o Ministério do Turismo, por conta de visível aplicação irregular dos recursos.

Por conta dessas irregularidades na gestão de Veneziano, ainda hoje a Controladoria Gerald a União cobra da Prefeitura de Campina Grande a devolução do dinheiro, com correção, implicando num montante superior a R$ 2 milhões.

No processo 325-6, que tem como relator também o ministro Raimundo Carreiro, o TCU aponta irregularidades no convênio firmado entre a Prefeitura e Campina Grande e o Fundo Nacional de  Desenvolvimento da Educação. O Tribunal aponta aplicação irregular de recursos na ordem de R$ 1.122.567,36.

Quase expirando prazo para a juntada de documentos, esses processos encontram-se na fase final no Tribunal de Contas da União, no qual, o ex-prefeito Veneziano Vital do Rego tem um irmão – Vital do Rego Filho – como ministro que, por elementar senso ético, deve se abster de  participar da apreciação  votação das matérias.

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