04/11/2015 às 18h03 • atualizado em 04/11/2015 às 18h15
GRUPO CARAJÁS

Vereador denuncia que prefeito de Cabedelo cobra propina a empresários

Após tentar barrar a construção do shopping Pátio Intermares, do grupo Marquise, o prefeito de Cabedelo, Leto Viana (PRP) está sendo acusado de criar dificuldades para implantação do Grupo Carajás na cidade. A denúncia foi realizada pelo vereador de oposição Eudes Souza (PP) na Câmara Municipal, presidida pelo vereador Lucas Santino (PSB).
“O grupo Carajás me informou que tem o interesse de instalar uma unidade na cidade e reclamam da morosidade da prefeitura para legalizar o terreno e a construção. O projeto está tramitando em duas secretarias, planejamento e finanças, de lá, o documento deve chegar a Câmara e deve ser aprovado. Essa demora prejudica a população que quer a oportunidade de trabalhar para sobreviver com dignidade e infelizmente a prefeitura não vem contribuindo para que o município se desenvolva com emprego e renda. O empreendimento é um luxo que a prefeitura se esquiva de ter. Inclusive, o grupo me disse que se não tiver uma resposta positiva da prefeitura, eles devem deixar a cidade”, explicou Eudes Souza.
O vereador Lucas também confirmou o interesse do grupo em se instalar na cidade e também da morosidade da prefeitura em enviar os documentos necessários para apreciação na Câmara Municipal. O vereador insinuou que  está havendo chantagem e pedidos por baixo do pano para a empresa pagar propina. Alguns assessores do prefeito não escondem que o  “Grupo Carajás terá que ter uma conversa reservada com o prefeito”.

“O impasse do grupo está na prefeitura que ainda não nos enviou os documentos aprovados para apreciação na Casa. Eles já compraram terreno e estão prontos para começar a construir, mas precisam do aval das secretarias da prefeitura e a aprovação desta Casa. Ao chegar aqui, será analisada em medida de urgência e no mesmo dia será apreciada e votada. Mas. até o momento, não chegou nada na Câmara. Aguardamos ansiosos para apreciarmos o mais rápido possível”, justificou Lucas Santino. Com Pbagora.

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