Vereadores de João Pessoa aprovam Voto de Solidariedade a advogada agredida pelo prefeito de Sousa

0
48
Myriam Gadelha e o prefeito Tyrone

Um voto de solidariedade em favor da advogada Myriam Gadelha foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal de João Pessoa, durante sessão desta terça-feira (11). O suspeito de agressão é o prefeito de Sousa Fábio Tyrone, ex-namorado da advogada. O caso veio à tona no sábado (8). À imprensa, o gestor alegou legítima defesa para se defender da acusação.

O requerimento do vereador Lucas de Brito (PV) recebeu apoio e solidariedade de todos os vereadores presentes. Brito explicou que o espancamento da advogada foi mais um caso de violência doméstica que atinge quase 80% dos casos de agressão às mulheres.

Humberto Pontes (Avante), disse que o prefeito usou do excesso de machismo para, segundo ele, “brutalmente espancar” a advogada.

Os vereadores presentes repudiaram qualquer tipo de atitude de violência contra a mulher.

Entenda o caso-  O atual prefeito da cidade de Sousa no Sertão Paraibano, Fabio Tyrone, agrediu sua ex-companheira e foi denunciado à Justiça. A agressão cometida pelo prefeito foi divulgada nas redes sociais através de fotos da vítima, por Roberta Cunha Lima e o ex-vice-prefeito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima Filho. No final de semana.

Nas fotos a advogada Miriam Pires Benevides Gadelha, aparece cheia de hematomas por todo o corpo, além de um dos olhos estar machucado. A vítima entrou com um pedido de  Medida Protetiva de Urgência, pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que foi despachado pelo desembargador plantonista Ricardo Vital de Almeida.

No relato feito ao desembargador, Miriam afirma que estava em uma festa na Capital Paraibana com o prefeito Fábio Tyrone e ele estava bebendo demais e a viu a conversar com outros convidados da festa. No trajeto para a residência, Tyrone começou a discutir com Miriam e já começou a agredi-la com um “tapa” no rosto. Em casa, Fabio Tyrone voltou a agredir a vítima com mais “tapas”, empurrões e chutes”, além de tachá-la de “puta, vadia e louca” e socá-la no olho.

Na Medida Protetiva, o magistrado proíbe o prefeito de Sousa de se aproximar da vítima por no mínino 300 metros e também de evitar qualquer tipo de comunicação com Miriam.

PB HOJE

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Por favor preencha seu nome