Prefeito decreta situação de emergência e adota medidas devido à crise de desabastecimento

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A crise de desabastecimento que atinge todo o estado da Paraíba tem preocupado não apenas a população, mas também os gestores. Nesta segunda-feira (28), o prefeito de Catolé do Rocha, Leomar Maia, decretou situação de emergência no município e adotou uma série de medidas em relação à administração da cidade.

O decreto começa a vigorar nesta terça-feira (29) e segue até a normalização do abastecimento de combustíveis e fornecimento de alimentos para a merenda escolar. Ainda ontem, um posto de combustível foi reabastecido na cidade e uma fila imensa foi formada no local.

Confira o decreto

Os serviços prestados pela Administração Pública Municipal terão expediente reduzido e passam a funcionar das 7h às 13h. Além disso, os serviços que precisarem de uso de veículos e maquinário passam a ser suspensos até que a situação seja normalizada.

O serviço de transporte escolar que atende as creches e escolas municipais na cidade foi suspenso temporariamente. O serviço de coleta de lixo será reduzido, podendo passar a acontecer em dias alternados. Já a utilização de máquinas de propriedade da Prefeitura passa a ser suspensa.

Além disso, a prefeitura decidiu suspender temporariamente a realização de viagens de pacientes para tratamento fora da cidade por meio de viaturas oficiais do município. No entanto, os atendimentos de urgência de ambulâncias e de viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), incluindo as viagens, continuam acontecendo.

Fica determinado a partir do decreto que os veículos de propriedade da Administração Municipal devem ser recolhidos às garagens podendo ser utilizado em caso de extrema e real necessidade. As aulas que forem suspensas devido à situação de desabastecimento devem ser repostas posteriormente de acordo com cronograma a ser formulado pela Secretaria de Educação.

A greve dos caminhoneiros chega ao seu nono dia e afeta a distribuição de combustíveis e de outras mercadorias em todo o país. Apesar das tentativas de negociação por parte do Governo Federal, grande parte dos caminhões que atendem o território nacional permanece parada nas rodovias.

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