Cleo Pires: ‘Mulher falar sobre sexo é muito tabu ainda’

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Cleo Pires falou sobre seu trabalho como cantora e a volta à televisão em entrevista ao programa Morning Show, da Rádio Jovem Pan FM, na manhã desta quarta-feira (21).

APOIO DOS PAIS
“A gente tem recebido alguns pedidos para shows. Temos cinco músicas no EP. Já temos umas 15 músicas trabalhadas para um possível álbum ou show”, afirmou Cleo, que contou com o apoio dos pais. “Meu pai Orlando já ouviu, desde o início. Estava na casa deles durante o processo todo. O Fábio ouviu também, mas não conseguimos conversar ainda. Ele não me falou ainda o que achou. O Fiuk também não.”

COMPOSIÇÕES EM INGLÊS
“Fui alfabetizada em inglês e português. Fui crescendo com isso. Desde os 12 anos, é mais fácil escrever em inglês para mim. Em português, é mais difícil musicalmente. O inglês é uma língua que tem maior alcance.”

LADO RUIM DA FAMA
“A invasão de privacidade e o julgamento raso são o lado chato, mas tem muito lado bom”, afirmou a atriz e cantora, dizendo que não finge ser um personagem longe das câmeras. “As pessoas aprendem a fazer muita pose. Não sei fazer isso.”

TABUS
Cleo foi questionada sobre sua postura “prafrentex” e se divertiu com o termo usado pelo apresentador do programa, Edgard Picolli. “Mulher falar sobre sexo é muito tabu ainda”, afirmou. Questionada sobre as noitadas e baladas, afirmou estar mais caseira ultimamente. “Não estou em uma fase em que esteja saindo muito, não. Antes, saía até de segunda. Estou achando muito mais gostoso ficar em casa com a minha família, vendo filme…”, afirmou e negou que estar namorando.

NOVA NOVELA
A atriz contou que voltará à televisão em O Tempo Não Para, próxima novela das 7, prevista para estrear no segundo semestre. “O nome da minha personagem é Betina e ela será a antagonista. Ela terá uns traços de vilania, mas não sei se é exatamente uma vilã. Adoraria que fosse, por ser mais diferente do que tenho feito recentemente, que são antagonistas.”

FUTURO DO BRASIL
Sobre as mudanças que gostaria para o pais, ela foi enfática: “Um Brasil com menos preconceito, com uma distribuição de renda melhor, com uma população saudável, que possa ir para escola.”

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