Rodolpho Carlos, acusado de matar agente da Lei Seca, se nega a falar durante interrogatório em João Pessoa

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Rodolpho Carlos da Silva, acusado de atropelar e matar o agente de trânsito Diogo Nascimento, se negou a falar durante interrogatório nesta segunda-feira (18) no Fórum Criminal Ministro Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Mello, à juíza Aylzia Fabiana Borges Carrilho, substituta do 1º Tribunal do Júri de João Pessoa. A informação é da repórter Jaceline Marques, da TV Correio.

A negativa de Rodolpho Carlos em falar a juíza, segundo os promotores de acusação, foi orientação da defesa, já que haverá uma votação nesta terça-feira (19) sobre uma suspeição da juíza com relação ao caso.

“Vão ser cumpridas algumas diligencias requeridas na audiência e depois passaremos as alegações finais do processo”, informou um servidor do 1º Tribunal do Júri da Capital.

O caso aconteceu no dia 21 de janeiro deste ano, durante uma blitz da Lei Seca em João Pessoa. O agente de trânsito Diogo Nascimento, de 34 anos, foi atropelado durante ação que ocorria na Avenida Governador Argemiro de Figueiredo, no Bairro do Bessa.

De acordo com informações da Polícia Civil, Rodolpho não obedeceu à ordem de parada e tentou fugir do bloqueio. Na tentativa de fuga, o condutor do veículo atropelou o agente, que foi socorrido e levado para o Hospital de Emergência e Trauma da Capital, em estado grave.

No dia 22, Diogo Nascimento faleceu e foi enterrado na tarde do dia 23 de janeiro. No dia seguinte, Rodolpho Carlos se apresentou na Central de Polícia de João Pessoa.

Rodolpho Carlos chegou a ser preso e passou 17 dias no PB-1. Ele recebeu habeas corpus do TJPB e foi liberado para responder o processo em liberdade no dia 11 de maio.

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