Dinaldinho denuncia precariedade em unidade de saúde do Jardim Queiroz

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O deputado estadual, Dinaldinho Wanderley (PSDB), denunciou, nesta quinta-feira (2), a situação de precariedade que se encontra a Unidade de Saúde Básica (UBS) do Jardim Queiroz, no município de Patos. Segundo o deputado, o local, mantido pela Prefeitura, não possui qualquer condição de funcionamento e de atendimento à população.

“Não existe qualquer condição da Prefeitura manter esse local como Unidade de Saúde. Aliás, essa casa não qualquer estrutura para funcionar nada. É necessário o Poder Público ter responsabilidade com o povo de Patos. Não dá para fechar os olhos para essa realidade tão grave. As pessoas vão ali procurar saúde e podem até mesmo adquirir uma doença. E ainda dizem que: Essa é a cidade que você sempre quis”, desabafou o deputado.

A denúncia foi apresentada ao deputado pelo vereador Sales Júnior. De acordo com ele, o Posto de Saúde funciona em uma casa porque as obras da Unidade Básica de Saúde ainda não foram concluídas, depois de três anos de iniciadas. “Além da população ter que conviver com um local sem estrutura para cuidar da saúde, tem ainda que conviver com o medo e a insegurança. A construção da Unidade, como está parada, serve como ponto de droga. No local, um jovem já chegou a ser assassinado”, revelou.

Conforme disse Dinaldinho, funcionários e a população reclamam de falta de equipamentos, de anestesia e até mesmo de sacos para colocar o lixo do Posto de Saúde. “Para se ter uma ideia, a autoclave (aparelho utilizado para esterilizar artigos através do calor úmido sob pressão) quebrou e quem consertou foi uma das funcionárias. A cadeira do dentista está quebrada, assim como o piso do Posto. Uma falta de compromisso com o povo de Patos”, destacou o parlamentar.

Desvalorização dos profissionais – As reclamações feitas pela população também incluem vazamentos e infiltrações, banheiros quebrados, falta de ar condicionado na sala dos médicos e também a falta de substituição de dentistas. “A população sente muito com esse abandono por parte da Prefeitura, mas os funcionários também sentem com essa falta de valorização da categoria que tem que atender o povo em um local totalmente precário. Essa situação é lamentável”, criticou.

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